Onde Ficar Para Visitar o Salto do Yucumã: As Opções dos Dois Lados do Rio
Onde dormir para conhecer o Salto do Yucumã: Derrubadas, Tenente Portela, Frederico Westphalen ou Itapiranga, com prós e contras de cada base.
Onde dormir para conhecer o Salto do Yucumã: Derrubadas, Tenente Portela, Frederico Westphalen ou Itapiranga, com prós e contras de cada base.
O Salto do Yucumã não fica numa cidade grande. Ele fica dentro do Parque Estadual do Turvo, em Derrubadas, no noroeste do Rio Grande do Sul, e a decisão de onde dormir muda bastante a qualidade da viagem.
Existem quatro bases possíveis, e a melhor delas depende de uma coisa só: de onde você está vindo. Este guia compara as opções sem torcida, para você escolher com informação.
Antes de escolher a cama, entenda a janela.
Traduzindo: a visita boa é a da manhã. Você quer estar no portão às 8h, não às 11h. Toda a lógica de hospedagem gira em torno disso.
Derrubadas é o município onde o parque fica. A portaria está a poucos quilômetros da cidade.
A favor: é impossível ficar mais perto. Você acorda e está lá.
Contra: é uma cidade pequena, com oferta de hospedagem e de restaurante limitada. Em alta temporada e feriado, esgota.
O site de turismo da prefeitura lista três opções: o Balneário Martens, a cerca de 7 km do parque, com cabanas, restaurante e camping; o Balneário Parque das Fontes, a 800 metros da cidade, com cabanas, alojamento e camping; e a Pousada Imperador, no centro. Os contatos de cada uma estão em turismoderrubadas.com.br, na página "Onde ficar".
Cidade maior, a caminho de Derrubadas, é a referência urbana mais próxima do parque.
A favor: mais oferta de hotel, restaurante, farmácia, posto e banco do que Derrubadas, sem ficar longe.
Contra: é uma base funcional, não um destino. Você dorme bem, mas não tem passeio ali.
Uma das opções é o Salto Grande Turis Hotel, que se apresenta justamente como base para o Salto do Yucumã e calcula cerca de 1 hora de carro até o parque.
A cidade com mais estrutura do trecho, no caminho entre o parque e Ametista do Sul.
A favor: maior oferta de hotelaria da região e boa posição para quem vai emendar Ametista do Sul no roteiro.
Contra: é a mais distante do parque entre as opções gaúchas. Para chegar às 8h você sai cedo.
Entre os hotéis da cidade estão o Cantelle, no centro, e o Serrano e o Pigatto, na BR-386. Os valores mudam bastante com a época, então compare nas plataformas de reserva.
Aqui entra a opção que quase nenhum guia menciona, e que faz muito sentido para uma parte específica dos viajantes.
Itapiranga fica em Santa Catarina, na outra margem do Rio Uruguai, e se liga ao Rio Grande do Sul pela balsa que atravessa até Barra do Guarita, na entrada da Rota do Yucumã. A travessia funciona 24 horas por dia, sem agendamento.
A favor:
Contra:
Os detalhes da travessia, incluindo horários, tarifa e o que fazer quando o rio enche, estão no guia da balsa de Itapiranga para Barra do Guarita. Para confirmar se a travessia está operando no dia, o telefone da Barca Aliança é (55) 3616-1382.
Depois de atravessar, são cerca de 21 km até a portaria do parque, uns 40 minutos de carro. A balsa é a parte que não dá para prever com exatidão: a espera e a travessia variam com o movimento e com o nível do rio. Para estar no portão às 8h, chegar ao porto por volta das 6h dá uma boa folga.
Você vem de Santa Catarina ou do oeste do Paraná: durma em Itapiranga. Já está no caminho, você ganha uma tarde de passeio e sai cedo no dia seguinte.
Você vem de Porto Alegre, do centro ou do sul do Rio Grande do Sul: fique do lado gaúcho. Tenente Portela para quem quer proximidade, Frederico Westphalen para quem vai emendar Ametista do Sul.
Você quer estar no portão às 8h em ponto e não abre mão: Derrubadas, se conseguir vaga.
Você vai fazer o circuito completo com Ametista do Sul: o desenho mais econômico é primeira noite em Itapiranga, segunda noite já do lado de Ametista. Montamos esse trajeto em roteiro de 3 dias entre Itapiranga, Salto do Yucumã e Ametista do Sul.
Vale detalhar, porque é a única das quatro bases que também é destino.
A cidade é o Berço Nacional da Oktoberfest e guarda uma herança alemã bastante viva. Numa tarde, antes de atravessar, cabe o Centro Histórico Germânico, o Observatório Uruguai com a vista do vale, o Marco das Três Fronteiras e uma parada na Cervejaria Lassberg.
Sobre a cama em si, a cidade tem hotéis no centro, pousadas, e uma boa oferta de chalés e cabanas nos arredores, boa parte deles com vista para o vale. As opções estão reunidas em onde ficar em Itapiranga e em cabanas e chalés em Itapiranga.
Para o jantar antes de dormir e o café antes da balsa, veja onde comer em Itapiranga.
Três situações pedem antecedência:
E reserve o ingresso do parque junto com a hospedagem, em ingressos.macucoyucuma.com.br. Não adianta ter cama garantida e ficar de fora do portão.
Confira se o Salto vai estar visível na sua data. Ele só aparece com o Rio Uruguai baixo, e isso depende da vazão liberada pela usina de Foz do Chapecó. Explicamos como conferir em o Salto do Yucumã está visível?.
Não existe uma resposta única para onde ficar. Existe a resposta certa para a sua origem: quem vem do Rio Grande do Sul dorme do lado gaúcho, quem vem de Santa Catarina e do Paraná faz melhor dormindo em Itapiranga, porque já está passando por aqui.
A diferença é que, neste lado do rio, a noite anterior à visita pode ser um passeio em vez de uma parada. É só isso que a gente está sugerindo.
As bases possíveis são Derrubadas, que é a mais próxima do parque, Tenente Portela, com mais estrutura urbana, Frederico Westphalen, com a maior oferta de hotelaria da região, e Itapiranga, em Santa Catarina, do outro lado do Rio Uruguai. A escolha depende principalmente de onde você está vindo.
Vale para quem vem de Santa Catarina ou do oeste do Paraná, porque a cidade já está no caminho e é a última com estrutura completa antes da travessia de balsa. Além de hospedagem e restaurantes, Itapiranga tem atrativos próprios que transformam a tarde anterior em passeio. Para quem vem de Porto Alegre, atravessar o rio é desvio.
O parque abre às 8h e a entrada é permitida até as 16h. Saindo de Itapiranga é preciso contar o tempo da travessia de balsa, incluindo a espera no porto, a estrada até Derrubadas e os 15 km de estrada de chão dentro do parque, percorridos a no máximo 30 km/h. Do porto até a portaria são cerca de 21 km, uns 40 minutos, sem contar a balsa. Chegar ao porto por volta das 6h dá uma boa folga para estar no portão às 8h.
Sim, principalmente entre novembro e abril, que é a janela em que o Salto costuma estar visível, e em feriados prolongados. Derrubadas tem oferta limitada e esgota rápido. Reserve também o ingresso do parque, que custa R$ 80 por pessoa e tem limite de 252 visitantes por dia.
Derrubadas, o município onde o Parque Estadual do Turvo está localizado. A portaria fica a poucos quilômetros da cidade, mas a oferta de hospedagem e de restaurantes ali é pequena.
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